31.10.11
30.10.11
3.9.11
CÓDIGO DA VIDA / SAULO RAMOS
27.8.11
PEDRAS NO CAMINHO
27.7.11
O LIVREIRO DE CABUL/ Asne Seierstad
2.7.11
SIMPLES DESEJO
IDADE
Edad
1.7.11
DEFINIÇÕES
25.6.11
O castelo de Vidro/ Jeanette Walls
O Castelo de Vidro é um livro admirável. Na verdade, a coragem e a transparência da autora em expor as intimidades tristes e frustrantes da sua infância já valem a leitura.Em uma passagem especial do livro, o pai oferece um presente à filha, já que não tinha dinheiro para comprar nada material:...— "Escolhe a tua estrela favorita — disse ele naquela noite. Ele disse que eu podia ficar com ela para mim. Ele disse que era o meu presente de Natal.
— Você não pode me dar uma estrela! — falei. — Ninguém é dono de uma estrela.
Durante duas décadas, Jeannette Walls, uma conhecida jornalista nova-iorquina, bonita, brilhante e bem sucedida, escondera as suas raízes. Crescera com pais cujos ideais e inconformismo foram ao mesmo tempo uma bênção e uma maldição para eles e para os filhos. Rex e Rose Mary Walls tiveram quatro filhos. No princípio, viviam como nômadas, mudando de uma cidade para a outra, habitando velhos armazéns abandonados ou acampando nas montanhas. Jeannette, as duas irmãs e o irmão tinham de sobreviver sozinhos, tentando arranjar comida, limpando a casa e encorajando os pais a trabalhar, enquanto se amparavam mutuamente e procuravam dar alguma normalidade à vida errática a que eram forçados.— É isso aí — disse ele. — Nenhuma outra pessoa tem uma estrela. Basta você declarar que tem antes dos outros, que nem aquele carcamano do Cristóvão Colombo, que declarou que a América era da rainha Isabel. Declarar que uma estrela é tua e tem a mesma lógica.
Pensei bem e cheguei à conclusão de que o papai estava certo. Ele sempre descobria umas coisas assim.
Eu podia ter qualquer estrela que quisesse, disse, menos Betelgeuse e Rigel, porque a Lori e o Brian já tinham declarado que elas eram deles."
O GUARDIÃO DE MEMÓRIAS/ KIM EDWARDS
A CIDADE DO SOL/ KHALED HOSSEINI

24.6.11
O LEITOR / BERNHARD SCHLINK
13.5.11
1980 / 2011 = 31anos
Cá e acolá dizem da antipatia
Cá e acolá dizem
Da antipatia
... “A rivalidade inexplicável se transforma numa energia positiva, fazendo com que cada um dê o melhor de si mesmo, e tome o dobro de cautela para não tornar-se agressivo”...
...“ É o atrito de duas pedras que permite a faísca de Luz”.
10.4.11
9.4.11
LER
Não leiais para refutar ou contradizer, para aceitar ou aquiescer, para perorar ou discursar, mas para ponderar e considerar.
Certos livros devem ser provados; outros engolidos; uns poucos mastigados e digeridos. Quer dizer: devemos ler certos livros apenas parceladamente; outros incuriosamente, e uns poucos da primeira à última página, com diligência e atenção.
Alguns livros podem mesmo ser lidos por terceiros, que nos farão deles um apanhado, mas isso somente no caso de assuntos desimportantes, e de livros medíocres, pois livros resumidos são como água destilada: insípidos.
O ler faz um homem completo, o conferir destro, o escrever exato. Bem por isso, se alguém escreve pouco, deve ter boa memória; se confere pouco, muita sagacidade; se lê pouco, muita manha para afetar saber o que não sabe. Francis Bacon.
3.4.11
O OITO / Katherine Neville
O Oito / Katherine Neville
Sinopse: Conta a lenda que os Mouros ofereceram a Carlos Magno um tabuleiro de xadrez que continha a chave para dominar o mundo.
Sul de França, 1790. No auge da Revolução Francesa, o lendário tabuleiro de xadrez de Carlos Magno, oculto há mais de um milénio nas profundezas da Abadia de Montglane, corre o risco de ser descoberto. As suas peças encerram um intricado enigma e quem o decifrar terá acesso a uma antiga fórmula alquímica que lhe concederá um poder ilimitado. Para mantê-las fora do alcance de mãos erradas, as noviças Mireille e Valentine deverão espalhá-las pelos quatro cantos do mundo.
Dois séculos depois, Catherine Velis, uma jovem perita informática, é enviada para a Argélia com o objectivo de desenvolver um software para a OPEP. Nas vésperas da sua partida de Nova Iorque, um negociante de antiguidades faz-lhe uma proposta misteriosa: reunir as peças de um antigo xadrez. Cat vê-se assim envolvida na busca do lendário jogo de xadrez e torna-se numa das peças desta partida milenar, jogada ao longo dos séculos por reis e artistas, políticos e matemáticos, músicos e filósofos, libertinos e o próprio clero. Quem está de que lado? De quem será o próximo lance?
Passado e presente entrecruzam-se magistralmente neste thriller excepcional de uma autora de culto em todo o mundo, considerada a grande precursora dos romances de Dan Brown.
Opinião Pessoal:
Duzentos anos separam duas histórias que estão de alguma forma ligadas. Com uma enorme mestria a autora deixa-nos “quase sempre” em suspense no final de cada capitulo cuja a acção começa no ano de 1790 na abadia de Montglane (França).
Em plena Revolução Francesa, a Abadessa de Montglane, reúne todas as freiras e noviças, para lhes revelar um segredo á muito escondido, o lendário Xadrez que aí está enterrado á mais de mil anos e que terá pertencido a Carlos Magno. A qualquer preço o xadrez terá de ser de novo escondido, antes que caia em mãos erradas, pois esconde um terrivél segredo e reza a lenda que quem consiga reunir todas as peças, conseguirá ter um poder infinito.
Em 1972 Catherine Velis uma jovem e brilhante informática é de certa forma castigada pelos seus superiores e informada que irá ser transferida para Argel. Uma estranha cartomante revela a Catherine que a sua vida corre serio perigo.
Este é apenas o início de um jogo do qual só poderá haver um vencedor e que transporta Catherine para uma aventura sem tempo nem idade.
Um romance histórico imperdivél, á muito desaparecido das nossas livrarias e que agora vê de novo a luz do dia.
Pura ficção que se mistura com personagens e factos reais, que de tão perfeitos conseguem “quase fazer-nos crer que a história é veridica.
Carlos Magno, o ainda jovem Napoleão Bonaparte, Catarina a Grande Czarina de todas as Rússias, Frederico da Prússia, Rousseau, William Blake, Newton, Fibonacci e a sua célebre fórmula, Voltaire, o pérfido e ambicioso primeiro-ministro e cardeal Richelieu, ou curiosamente o Coronel Kaddafi presidente da Líbia são personagens activos e de algum modo ligados aos protaganistas da história numa aventura emocionante, que recomendo vivamente para quem gosta do género Dan Brown (embora este fique muito…. muito mais á frente).
E o final? bem isso não posso contar… mas é espectacular (para quem já leu, sabe do que estou a falar) Mas porque é que eu não me lembrei daquilo! estava na cara.
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Viajar pela leitura Viajar pela leitura sem rumo, sem intenção. Só para viver a aventura que é ter um livro nas mãos. É uma pena que só s...




